UGTSIC desenvolve aplicativo que facilita a notificação de doenças no RN
O sistema poderá ser acessado pelos cidadãos, inclusive, para comunicação de casos de COVID-19
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP), será disponibilizado ao público em geral, e aos profissionais de saúde em particular, um sistema eletrônico que facilitará a notificação de agravos à vigilância sanitária estadual. O Notifica RN, desenvolvido pela Unidade de Gestão de Tecnologia e Sistemas de Informação e Comunicação da SESAP (UGTSIC), estará disponível para comunicações, incluindo casos confirmados de COVID.
A notificação é um ato fundamental do processo de monitoramento em saúde. É importante ressaltar que mesmo com essa pandemia de dois anos, não paramos de desenvolver iniciativas inovadoras e estruturadas para o SUS do RN. Investimos e apoiamos todas as iniciativas. Nossa equipe técnica (UGTSIC) desenvolveu esse sistema exclusivamente para aumentar a transparência e a acessibilidade da higiene em nosso estado por meio da colaboração com o LAIS e o Instituto Metrópole Digital”, disse o secretário Cipriano Maia.Com o desaparecimento da ficha de notificação do FORMSUS (descontinuada por não mais atender a política de segurança da informação e diretrizes da Secretaria de Saúde), é necessário criar um processo para atender as necessidades de notificação do Rio Grande do Norte. As notificações podem ser acessadas por meio da página da SESAP (www.saude.rn.gov.br), de um link ou de um código QR, ou ainda de um celular para abrir o formulário necessário e notificar eventos, doenças ou agravos observados em saúde.
Com um sistema próprio, a Secretaria poderá acessar os dados com mais flexibilidade e facilidade, possibilitando análises e cruzamentos para intervir nos territórios antes que a doença se agrave”.
Chander de Oliveira Pinheiro, diretor de Tecnologia da Informação da SESAP, explica: “Com um sistema próprio, a Secretaria poderá acessar os dados com mais flexibilidade e facilidade, possibilitando análises e cruzamentos para intervir no território antes que a doença se agrave”.
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Texto: Felipe Rocha / Clínica Ceda RN
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