Coronavírus afeta serviços de saúde em 90% dos países, segundo a OMS.
De acordo com uma pesquisa da OMS (Organização Mundial da Saúde) referente ao impacto da epidemia na segunda-feira mostrou que 92% de um total de 129 países relataram impactos em serviços essenciais de saúde, como campanhas de vacinação e tratamento de doenças por HIV/AIDS.
Em comunicado a repórteres, a OMS disse que a pesquisa, realizada entre novembro e dezembro de 2021, mostrou que os serviços foram “gravemente afetados” em comparação com a pesquisa anterior no início de 2021, com “quase nenhuma melhora”.
Com isso, é evidente a importância de ações urgentes que visem enfrentar os principais desafios do sistema de saúde, recuperar serviços e diminuir de forma considerável o impacto da pandemia da COVID-19.
Brasil
O Brasil possui um dos maiores sistemas universais de saúde do mundo, conhecido como Sistema Único de Saúde (SUS), que se estrutura em torno de uma vasta rede de Atenção Primária à Saúde, fato que permite ao país alcançar diversos resultados positivos. atingindo a elevação transnacional.
Em discrepância com os resultados alcançados ao longo das últimas 3 décadas, o SUS enfrenta grandes dificuldades, substancialmente por falta de funcionamento da saúde, atuação em subfinanciamento, oferta de profissionais e deslocamento de serviços.
Problemas semelhantes de operação habitual foram escancarados diante da epidemia do novo Coronavírus e mostraram que, de fato, com vários resultados positivos, nosso sistema ainda está com defeito e precisa ser melhorado1.
Assim, é fundamental compreender o significado da Atenção Básica no sucesso do sistema de saúde no Brasil e entender um pouco mais sobre o funcionamento da saúde, assunto que não está presente na vasta maturidade da formação médica em todo o país. Dessa forma, podemos compreender os impactos da epidemia no Sistema Único de Saúde.
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Texto: Felipe Rocha / Clínica Ceda RN
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